Confinamento em sistema de 'boitel' otimiza engorda e reduz custos para pecuaristas em MG

A pecuária mineira tem adotado com força o sistema de 'boitel', um modelo de confinamento especializado que funciona como um hotel para o gado. A estratégia foca na otimização da engorda e na redução de custos operacionais para os produtores rurais. No sistema, os animais deixam o pasto e recebem dieta balanceada e acompanhamento veterinário intensivo até atingirem o peso ideal para o abate.
Na prática, o gado recebe protocolos de saúde rigorosos, incluindo vacinas e controle de parasitas, além de uma dieta composta por silagem de milho e grãos reidratados. O manejo é realizado três vezes ao dia, garantindo que o animal alcance o peso de abate em aproximadamente 60 dias. Esse giro rápido permite que o produtor acelere a reposição do rebanho e preserve as pastagens da sua propriedade de origem.
Para especialistas do setor, a terceirização da engorda é uma alternativa viável para enfrentar períodos de seca ou falta de pasto, comuns no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. O modelo atrai pecuaristas que buscam maior margem de lucro e precisão na entrega aos frigoríficos, elevando o padrão de qualidade da carne produzida no estado.
Com informações de G1 Minas Gerais.

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