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Datafolha Senado MG: Marília Campos lidera e indecisão atinge 61% na pesquisa espontânea

·há 48 min
Datafolha Senado MG: Marília Campos lidera e indecisão atinge 61% na pesquisa espontânea
Datafolha Senado MG: Marília Campos lidera e indecisão atinge 61% na pesquisa espontânea

A primeira rodada de pesquisas Datafolha para o Senado em Minas Gerais, divulgada nesta quinta-feira (1º), aponta um cenário de equilíbrio e alto índice de indecisão entre os eleitores mineiros. No levantamento espontâneo, onde não são apresentados nomes, 61% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar para as duas cadeiras que estarão em disputa em 2026. A indefinição é um traço marcante neste estágio do processo eleitoral no estado.

Na modalidade estimulada, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), aparece numericamente à frente com 13% das intenções de voto. Ela é seguida de perto pelo senador Carlos Viana (PSD), que registra 11%, e pelo ex-governador Aécio Neves (PSDB), também com 11%. O deputado federal Domingos Sávio (PL) aparece na sequência com 9% da preferência do eleitorado, configurando um empate técnico dentro da margem de erro.

Outros nomes citados na pesquisa incluem Marcelo Aro (PP) com 6% e Áurea Carolina (PSOL) com 5%. Candidatos como Marco Antônio Superman (Novo) e Ana Luiza do MLB (UP) registram 2% cada. A soma das intenções de votos brancos, nulos ou em nenhum candidato e o total de indecisos na pesquisa estimulada ainda representam uma fatia considerável do eleitorado mineiro, que precisará escolher dois nomes na urna.

O levantamento ouviu 1.204 eleitores em diversas regiões de Minas Gerais entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O registro oficial na Justiça Eleitoral sob o número MG-09729/2026 garante a validade dos dados coletados para esta sucessão.

Vale lembrar que a eleição de 2026 renovará dois terços do Senado Federal. Para os eleitores do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, a definição destes nomes é crucial para a representatividade da região em Brasília e para a articulação de recursos federais destinados aos municípios mineiros nos próximos oito anos.

Com informações de G1 Minas Gerais.