Investigado em operação contra fraudes eletrônicas em Frutal está em Portugal

A Polícia Civil de Minas Gerais revelou um desdobramento internacional da Operação DeepSWAP, que investiga uma organização criminosa especializada em crimes cibernéticos em Frutal e região. Um dos principais suspeitos apontados como integrante do grupo está atualmente em Portugal, o que mobilizou as autoridades brasileiras para solicitar sua inclusão na Difusão Vermelha da Interpol.
A quadrilha é investigada por aplicar golpes sofisticados de clonagem de linhas telefônicas, invasão de WhatsApp e manipulação de aplicativos bancários. De acordo com as investigações, o grupo utilizava dezenas de contas bancárias e chaves Pix para pulverizar e lavar o dinheiro obtido ilegalmente das vítimas, demonstrando uma estrutura tecnológica avançada e capaz de operar interestadualmente.
Com o suspeito vivendo no exterior, a Polícia Civil busca garantir, por meio da cooperação jurídica internacional, que o investigado seja detido e entregue à Justiça brasileira. A presença de membros fora do país reforça a tese de uma rede complexa desenhada para dificultar o rastreamento financeiro e a identificação dos líderes do esquema.
Além das ordens de prisão, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de todos os envolvidos. A análise do material apreendido e dos fluxos financeiros deve revelar novas vítimas e outros integrantes da organização. A operação, realizada em conjunto com a Polícia de Goiás, continua em andamento para desarticular completamente o grupo criminoso. Com informações de Frutal Atual.



