Morte de Edinho provoca mudanças na Câmara de Uberlândia e na CPI da SPDM

A Câmara Municipal de Uberlândia atravessa um momento de reorganização institucional após o falecimento do vereador Edinho Combate ao Câncer (PRD). O falecimento do parlamentar gera uma vacância que impacta diretamente a composição do Legislativo e o andamento de investigações em curso, exigindo definições administrativas e políticas imediatas por parte da Mesa Diretora.
O advogado Maciel Fernandes Rodrigues Amorim, de 43 anos, deve assumir a cadeira deixada por Edinho. Primeiro suplente do Democrata nas eleições de 2024 com 1.042 votos, Maciel é natural de Estrela do Sul e sua posse aguarda trâmites formais entre a Presidência da Casa e a Procuradoria. Nos bastidores, a expectativa recai sobre o perfil de atuação do novo parlamentar, visto inicialmente como independente pelos colegas.
Além da troca de cadeiras, a morte de Edinho deixa vago o posto de relator na CPI que investiga os contratos da organização social SPDM. Como o Regimento Interno não prevê sucessão automática em comissões, o presidente da Câmara deverá designar um novo integrante para o colegiado. A função de relator, considerada técnica e de alto peso político, será definida pelos próprios membros da comissão após a recomposição.
A definição dos novos nomes para a CPI é vista como um teste político para o Legislativo uberlandense, uma vez que a investigação sobre a gestão do Hospital Municipal e outras unidades de saúde está no centro do debate público. O ritmo dos trabalhos dependerá da agilidade na posse do suplente e da articulação entre os blocos partidários para a escolha da nova relatoria. Com informações de Regionalzão.

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