Pesquisa mostra indefinição na disputa pelo Governo de Minas em 2026 sem Cleitinho

Uma nova pesquisa do Real Time Big Data sobre a sucessão estadual em Minas Gerais acendeu o alerta nos bastidores políticos nesta semana. O levantamento revelou que a ausência do senador Cleitinho na corrida eleitoral em 2026 cria um vácuo de protagonismo, deixando o cenário sem um favorito claro e os nomes remanescentes em patamares próximos de intenção de voto.
No cenário principal, Cleitinho lidera isolado com 35% das intenções de voto, seguido por Rodrigo Pacheco (15%), Alexandre Kalil (14%) e o vice-governador Mateus Simões (11%). Entretanto, quando o nome do senador é retirado da lista, o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil, sobe para 24% e Simões atinge 19%, evidenciando que nenhum candidato consegue herdar automaticamente o capital político de Cleitinho.
Para o Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, as movimentações indicam um período de intensa articulação, já que a falta de um sucessor natural consolidado pelo grupo de Romeu Zema preocupa aliados regionais. A fragmentação da direita e a organização da esquerda em torno de nomes ao Senado sinalizam que alianças locais serão decisivas para qualquer projeto estadual.
Especialistas apontam que a liderança de Cleitinho é baseada em identificação pessoal, especialmente entre o eleitorado mais jovem, o que dificulta a transferência de votos para estruturas partidárias tradicionais. Com a possibilidade de o senador disputar cargos nacionais pelo Republicanos, o Palácio Tiradentes acelera discussões para viabilizar um nome competitivo.
Com informações de Regionalzão.



